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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Dica do mês

                                 david lodgeschopenhauer

Dica quente para quem gosta de escrever e ler. A editora L&PM, que tem os melhores livros de bolso do mercado, possui no catálogo dois livros excelentes sobre a arte de escrever.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Toque uma música pra gente…

Nada pior que ser forçado a tocar quando você está cansado e passou do ponto. Nessas horas tento me manter longe dos holofotes famintos dos outros bêbados; se você rejeitar o pedido, principalmente quando se está envolto por desconhecidos, todos o olham com desprezo. Não sou um trovador, muito menos estou aqui para entreter vocês, busco meu próprio êxtase, meu clímax, longe de desconhecidos, que buscam uma única dose de prazer momentâneo nas nossas companhias passageiras. Amanhã nunca mais a verei; daqui a duas horas, ele partirá; de agora em diante, nos veremos ocasionalmente nos corredores e sentiremos um dever obscuro e fútil de dizer “olá”. Pífio, sem significado, desnecessário.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Palácio–partes III, IV, V e VI(final)

Continuação do conto Palácio. Está perdido? Parte I e parte II

Vera Lucia nunca entrara em um puteiro antes. Era acostumada com os que apareciam em enlatados norte-americanos. Deparou-se com um bar quase normal. Quase, se não existisse um palco com uma mulher seminua dançando e algumas garçonetes de lingerie e peitos à mostra. Provavelmente a putaria de verdade que esperava não começara devido à hora. Ainda era cedo, o Palácio parecia mais um lugar cult, onde poucos universitários tomariam alguma bebida discutindo alguma banalidade acadêmica. Um armário negro, usando um paletó gasto e fora de moda se colocou à sua frente.

Palácio saindo do forno…

Estou corrigindo as últimas partes do texto para postar ainda hoje. Queria agradecer ao pessoal que comentou o texto aqui ou no twitter (@leocavia, @CarolMSalles e Capitu). Saber que alguém leu as primeiras partes me fez levar a coisa um pouco mais a sério.

Também agradecer a Mari que me incentivou a continuar.

Ah, e um muito obrigado especial para Vera Lucia e Caio. Sem vocês esse conto não existiria.

Fui!